Como diferenciar
Saí-azul ou saíra-preciosa?
Têm tamanho parecido: cerca de 13 e 14 cm. Só saíra-preciosa tem plumagem cor de canela. Saíra-preciosa também vive em matas.
Saí-azul
Dacnis cayana
Saí-azul (Dacnis cayana) é uma ave de cerca de 13 cm, de plumagem azul, preta e verde, da família Thraupidae (sanhaços, saíras e tiês). É comum na cidade de São Paulo, onde vive em áreas urbanas. Alimenta-se de insetos, frutos e néctar. É diurna, residente o ano todo.
Ficha completa: Saí-azul
Saíra-preciosa
Tangara preciosa
Saíra-preciosa (Tangara preciosa) é uma ave de cerca de 14 cm, de plumagem cor de canela, verde, azul e preta, da família Thraupidae (sanhaços, saíras e tiês). É pouco comum na cidade de São Paulo, onde vive em áreas urbanas e em matas. Alimenta-se de insetos e frutos. É diurna.
Ficha completa: Saíra-preciosaPrincipais diferenças
- Têm tamanho parecido: cerca de 13 e 14 cm.
- Só saíra-preciosa tem plumagem cor de canela.
- Saíra-preciosa também vive em matas.
- Saí-azul também come néctar.
- Em São Paulo, saí-azul é uma ave comum e saíra-preciosa, uma ave pouco comum.
- Ambas são da família Thraupidae.
Lado a lado
| Característica | Saí-azul | Saíra-preciosa |
|---|---|---|
| Tamanho | cerca de 13 cm | cerca de 14 cm |
| Cores | Azul, Preto, Verde | Canela, Verde, Azul, Preto |
| Onde vive | Cidade e parques | Cidade e parques, Mata |
| O que come | Insetos, Frutos, Néctar | Insetos, Frutos |
| Quando aparece | De dia | De dia |
| Em São Paulo | comum | pouco comum |
| Permanência | residente | — |
| Família | Thraupidae | Thraupidae |
Em destaque, as linhas em que as duas aves diferem.
Aparência e canto
Saí-azul
Pequena ave de cerca de 13 cm, com bico fino e pontudo. O macho é azul-turquesa, com garganta, dorso e asas pretos; a fêmea é verde, com a cabeça azulada. É comum em São Paulo em parques, jardins e áreas arborizadas.
Saíra-preciosa
Mede cerca de 14 cm. O macho tem cabeça e dorso castanho-ferrugíneos, asas azul-esverdeadas e ventre esverdeado a prateado. A fêmea é mais esverdeada, com a cabeça castanha mais apagada. Na cidade de São Paulo é pouco comum, ocorrendo principalmente no inverno, em bordas de mata e áreas arborizadas.